Site institucional
Cardápio que abre rápido no celular, com foto e preço, mais horário, endereço e como chegar. É a página que decide o almoço.
Conhecer o serviçoCardápio, foto, horário e como chegar. É isso que a pessoa procura antes de decidir onde comer — e ela decide no mapa, no celular, quase sempre a menos de meia hora da refeição.
Restaurantes é um dos segmentos com solução própria — a Uebi atende muitos outros.
Ninguém digita o nome da sua empresa — digita o problema. Estas são buscas do dia a dia de quem procura restaurantes.
Exemplos de como a busca é escrita, não medição de volume. O ponto é a intenção: quem digita isso está decidindo agora com quem vai falar.
Ninguém pesquisa restaurante com antecedência. É fome, é agora e é no celular. O que faz a pessoa escolher outro lugar em segundos:
Ela não vai perguntar. Já está indo para o lugar que respondeu tudo isso.
Cardápio que abre rápido no celular, com foto e preço, mais horário, endereço e como chegar. É a página que decide o almoço.
Conhecer o serviçoPerfil com horário certo, fotos dos pratos e do salão, e as avaliações respondidas. Em restaurante, o perfil no Google é a vitrine principal — o site confirma.
Presença nas buscas por tipo de comida e por bairro, que é como a decisão acontece: o prato mais o lugar, nunca o nome de um restaurante desconhecido.
Conteúdo que mantém o restaurante na cabeça de quem já foi, alimentando o público que o Google traz pela primeira vez.
Conhecer o serviçoNão é um site institucional com o nome do seu ramo trocado. Estes são os blocos que fazem diferença nesse mercado específico.
O endereço que é seu, e não alugado de uma rede social.
Perfil da empresa organizado, com o que decide a escolha à vista.
Páginas que respondem à busca de quem procura na sua região.
Texto que explica o serviço em linguagem de cliente.
Cada página com um caminho claro para a próxima ação.
A conversa começa já sabendo o que a pessoa veio buscar.
Cada peça sustenta a seguinte. Um site sem Google não é encontrado; um Google sem site não convence; nenhum dos dois vira cliente sem um caminho claro para o contato. É por isso que a gente trata restaurantes como projeto inteiro, e não como entrega solta.
O cliente que escolheu o concorrente quase nunca aparece. Você não recebe notificação, não entra no caixa como venda perdida — simplesmente nunca fica sabendo que ele existiu. Mas ele tinha um valor.
Quanto vale, em média, um cliente para a sua empresa?
Não sabe exatamente? Tudo bem. Use uma estimativa do valor médio de uma venda, contrato ou serviço.
Quantos clientes a mais você acha que poderia conquistar por semana?
Um único cliente por semana representa aproximadamente R$ 5.200 em potencial anual.
Estimativa matemática a partir dos valores que você informou. Não representa promessa nem garantia de faturamento. O mês usa a média de 4,33 semanas; o ano, 52 semanas.
A maioria das empresas calcula quanto custa aparecer.
Poucas calculam quanto custa não aparecer.
Ainda não publicamos um case de restaurantes — e não vamos inventar um. O que dá para mostrar é o trabalho que já está no ar, em projetos de outros mercados com o mesmo tipo de problema.
Nota 5,0 em 6 avaliações no Perfil da Empresa no Google, publicadas por clientes reais.
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