Antes de criar sites,
eu criava mundos.

Essa é a história de como um garoto que jogava MMORPG virou o cara que cuida da presença digital de negócios de verdade.

Wilder Amorim — Fundador da Uebi

Wilder Amorim

Fundador & Desenvolvedor

Capítulo 01 — A faísca

O garoto que não queria só jogar.

Era madrugada. A tela do monitor iluminava o quarto. A maioria dos adolescentes só jogava MMORPG — eu queria entender como aquilo funcionava por dentro. Então montei meu próprio servidor. Precisava de um site pra comunidade dos jogadores — e construí um. Sozinho. Sem curso, sem tutorial, sem Stack Overflow. Na raça.

Naquela madrugada, sem saber, eu tomei uma decisão que ia mudar tudo. Porque quando o site ficou pronto e os jogadores começaram a acessar, aconteceu algo que eu nunca tinha sentido: eu tinha criado algo do zero e as pessoas estavam usando. Aquela sensação nunca mais saiu.

Capítulo 02 — O caminho

De servidores de jogos, fui pra desenvolvimento profissional. Comecei pelo front-end — a parte visual, o que o usuário vê. Depois mergulhei no back-end — a engrenagem invisível que faz tudo funcionar. Trabalhei com empresas de todos os tamanhos: do comerciante local que precisava de um site simples à multinacional com sistemas complexos. Varejo, saúde, logística, educação, serviços. Cada projeto era um mundo novo.

E em cada um deles, eu via a mesma coisa: gente boa, com produto bom, que não conseguia ser encontrada. O dentista excelente que não aparecia no Google. A padaria artesanal que dependia só de quem passava na rua. A loja que perdia vendas todo dia porque não tinha presença digital.

Capítulo 03 — A Uebi

A Uebi nasceu dessa inquietação. Da certeza de que tecnologia não deveria ser um obstáculo — deveria ser o caminho. Do nome, a gente já entrega a proposta: Uebi é WEB escrito como se fala. Sem estrangeirismo. Sem complicação. Simples. Exatamente como a gente acredita que tecnologia deveria ser pra todo mundo.

Hoje, cada projeto que a Uebi entrega me leva de volta àquela madrugada. A sensação de criar algo que funciona, que faz diferença, que ajuda alguém a crescer. Só que agora, em vez de servidores de jogo, são negócios de verdade. De gente de verdade.

A faísca 2010

Primeiro servidor MMORPG e primeiro site — na raça, de madrugada

Front-end 2013

Primeiros projetos profissionais. HTML, CSS, JavaScript. A parte que o mundo vê.

Full stack 2016

Back-end, banco de dados, APIs. A engrenagem completa.

Multi-segmento 2018

Varejo, saúde, logística, educação. Empresas nacionais e internacionais.

Uebi Hoje

Tecnologia e Estratégia Digital. WEB do jeito que se fala.

Agência entrega projeto e vai embora.

Parceiro fica.

Eu cansei de ver empresário pagar caro, receber um PDF cheio de gráfico colorido e não entender nada. Três meses depois, o suporte some. O site fica desatualizado. As vendas não mudam. A Uebi nasceu pra acabar com isso. Pra ficar do lado de quem empreende. Pra transformar presença digital em cliente na porta — não em curtida que não paga boleto.

O modelo antigo

Entrega e vai embora

A Uebi

Fica junto no dia a dia

O modelo antigo

Jargão que ninguém entende

A Uebi

Linguagem de gente

O modelo antigo

Foco em likes e métricas

A Uebi

Foco em vendas e resultado

No que a gente acredita

Quatro verdades que guiam tudo.

Simplicidade

Se você precisou de um manual pra usar, a gente errou. Seu painel, seu site, seus relatórios — tudo tem que fazer sentido no primeiro clique.

Resultado

Site bonito que não gera contato é desperdício. A gente mede sucesso em ligações recebidas, agendas lotadas e vendas fechadas. O resto é vaidade.

Parceria

Fornecedor entrega e manda a nota. Parceiro liga pra avisar que viu uma oportunidade pro seu negócio. A gente é do segundo tipo.

Transparência

Você sabe exatamente o que está pagando, por quê, e o que esperar. Se algo não vai funcionar pro seu caso, a gente fala antes — não depois de cobrar.

A jornada até aqui

Números que contam história.

0+

anos resolvendo problemas com código

0+

segmentos — de padaria a logística

0+

projetos que saíram do papel

0

cidades da Grande Vitória atendidas

A equipe por trás

Eu não faço tudo sozinho. E isso é uma força.

Por trás de cada projeto tem gente boa de verdade. Designers que sabem que botão bonito sem clique não serve pra nada. Redatores que escrevem texto que faz o cliente agir. Desenvolvedores que dominam cada tecnologia necessária. A gente monta o time exato pro seu desafio — você paga só pelo que precisa, sem equipe inflada.

Essa foi a minha história.
Agora quero ouvir a sua.